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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Pensamentos: Verdade x opinião
Não troco a sabedoria bimilenar por uma mera opinião.
(www.cursoscatolicos.com.br - facebook.com/cursoscatolicos)
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"Uma opinião é uma representação objetiva, um pensamento qualquer, uma fantasia que eu posso ter dum modo e outros de outro modo; uma opinião é coisa minha, nunca é uma idéia universal que exista em si e por si. Mas a filosofia não contém nenhuma opinião, porque não existem opiniões filosóficas."
E a Igreja, "mestra em Humanidades", defensora da Verdade, sempre alertou:
"A filosofia moderna, esquecendo-se de orientar a sua pesquisa para o ser, concentrou a própria investigação sobre o conhecimento humano. Em vez de se apoiar sobre a capacidade que o homem tem de conhecer a verdade, preferiu sublinhar as suas limitações e condicionalismos.
Daí provieram várias formas de agnosticismo e relativismo, que levaram a investigação filosófica a perder-se nas areias movediças dum cepticismo geral. E, mais recentemente, ganharam relevo diversas doutrinas que tendem a desvalorizar até mesmo aquelas verdades que o homem estava certo de ter alcançado. A legítima pluralidade de posições cedeu o lugar a um pluralismo indefinido, fundado no pressuposto de que todas as posições são equivalentes: trata-se de um dos sintomas mais difusos, no contexto actual, de desconfiança na verdade. [...] Neste horizonte, tudo fica reduzido a mera opinião. [...] Com falsa modéstia, contentam-se de verdades parciais e provisórias, deixando de tentar pôr as perguntas radicais sobre o sentido e o fundamento último da vida humana, pessoal e social. Em suma, esmoreceu a esperança de se poder receber da filosofia respostas definitivas a tais questões." (grifei. Fides et Ratio, 5)
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Pensamentos: questionar a existência de Deus
Comece a questionar e colocará em dúvida a existência de Deus.
Pare de questionar e começará a afirmar que não existe Deus.
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Grandes pensadores e até ex-ateus concluíram que a afirmação de que Deus não existe é irracional. A dúvida sobre qualquer assunto é lícita e provoca a investigação. Quando se tem, por motivos ideológicos e de conveniência, uma estagnação na dúvida, às vezes é mais fácil negar a verdade, por não ter conseguido alcançá-la. É a preguiça intelectual.
Recomendo: http://logosapologetica.com/category/teismoateismo/
Pare de questionar e começará a afirmar que não existe Deus.
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Grandes pensadores e até ex-ateus concluíram que a afirmação de que Deus não existe é irracional. A dúvida sobre qualquer assunto é lícita e provoca a investigação. Quando se tem, por motivos ideológicos e de conveniência, uma estagnação na dúvida, às vezes é mais fácil negar a verdade, por não ter conseguido alcançá-la. É a preguiça intelectual.
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Pensamentos: Acidente
Se ocorre um acidente automóvel e morre uma pessoa, poderíamos explicar este dizendo que o fulano entrou na curva a 90km/h; a força centrípeta, x; a resistência do pneu, y; do metal, z. Viria o médico explicando como o volante no tóxax cortou o coração e a circulação. Essas seriam explicações científicas.
Isso serve para o acidente dos outros.
O homem não se contenta em ter uma explicação do que ocorre. Ele quer ter o sentido do que ocorre, do porquê da existência.
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***
Para refletir sobre os limites da ciências materiais contra a filosofia e a teologia. O ser humano é transcendente, espiritual, não pode ser explicado só do ponto de vista material.
"O ser humano é, indubitavelmente, um ser de transcendência. A palavra transcendência vem do latim "trans" (além de) e "ascendere" (subir), de modo que sua etimologia dá-nos a ideia de uma transgressão de limites, de um ultrapassar, enfim, de uma saída de uma posição dada, uma subida em direção a. Com efeito, à diferença dos brutos, o ser humano não se contenta com o que está dado, mas deseja sempr
Isso serve para o acidente dos outros.
O homem não se contenta em ter uma explicação do que ocorre. Ele quer ter o sentido do que ocorre, do porquê da existência.
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Para refletir sobre os limites da ciências materiais contra a filosofia e a teologia. O ser humano é transcendente, espiritual, não pode ser explicado só do ponto de vista material.
"O ser humano é, indubitavelmente, um ser de transcendência. A palavra transcendência vem do latim "trans" (além de) e "ascendere" (subir), de modo que sua etimologia dá-nos a ideia de uma transgressão de limites, de um ultrapassar, enfim, de uma saída de uma posição dada, uma subida em direção a. Com efeito, à diferença dos brutos, o ser humano não se contenta com o que está dado, mas deseja sempr
e alcançar o que julga lhe faltar, e
isso indefinidamente. Experimenta uma ausência, que o coloca em
movimento à procura de plenitude, à procura do infinito. Bem ao
contrário, os animais ditos irracionais não experimentam ruptura com o
que está dado, já que o instinto encarrega-se de lhes garantir
satisfação plena. Vivem plenamente aconchegados no mundo da natureza.
Qual seria a razão da ruptura do homem com o que está dado, com o mundo da natureza? Ao longo da história do pensamento humano, várias foram as doutrinas que se candidataram a responder a tão intrigante questão, desde aquelas que veem no homem um animal doentio por causa do afrouxamento dos instintos até aquelas que lhe reconhecem uma dignidade ímpar entre os seres, a dignidade do espírito. É a esta corrente, reconhecedora do espírito, que nos filiamos. Só o espírito é homólogo ao ser como tal em sua infinitude e absoluta universalidade.
Como quer que seja, é fato incontestável que o homem transgride o mundo natural, e, na medida dessa transgressão, constrói cultura, faz história. A religião, a arte, a filosofia, as ciências e as técnicas compõem o grande arco da história humana e, como tais, estão a testemunhar que o ser humano é capaz de transcender-se, de ultrapassar-se. Já constatava sabiamente Blaise Pascal que “o homem ultrapassa infinitamente o homem”.
"Qual seria a razão da ruptura do homem com o que está dado, com o mundo da natureza? Ao longo da história do pensamento humano, várias foram as doutrinas que se candidataram a responder a tão intrigante questão, desde aquelas que veem no homem um animal doentio por causa do afrouxamento dos instintos até aquelas que lhe reconhecem uma dignidade ímpar entre os seres, a dignidade do espírito. É a esta corrente, reconhecedora do espírito, que nos filiamos. Só o espírito é homólogo ao ser como tal em sua infinitude e absoluta universalidade.
Como quer que seja, é fato incontestável que o homem transgride o mundo natural, e, na medida dessa transgressão, constrói cultura, faz história. A religião, a arte, a filosofia, as ciências e as técnicas compõem o grande arco da história humana e, como tais, estão a testemunhar que o ser humano é capaz de transcender-se, de ultrapassar-se. Já constatava sabiamente Blaise Pascal que “o homem ultrapassa infinitamente o homem”.
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