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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

"Não matarás" - Documentário sobre o aborto

Um documentário completo sobre o aborto.
(Filme com restrição de idade. Cenas perturbadoras)
https://www.youtube.com/watch?v=N8zZY7CPN5s&index=1&list=PL8NBDw2H4BNhGWwmbIDtJddo3jljne3jj

Produzido por Dr. Ivan Vaz de Melo, médico.
Cap. 1: Pecado original
Cap. 2: O início da vida (9:05)
Cap. 3: Ser ou não ser. Quem pode dizer o início da vida (19:37)
Cap. 4: O que diz a ciência (26:14)
Cap. 5: A Guerra (37:02)
Cap. 6: Fatos e Mitos (42:22)
Cap. 7: Aborto eugênico (1:02:30)
Cap. 8: Armas e métodos de aborto (1:17:00)
Cap. 9: Depois do aborto (1:20:07)

 ***
Conheça: 
http://loja.cursoscatolicos.com.br/index.php?route=product/product&product_id=52&tracking=52d056b7d50dc
 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Introdução à Doutrina Social da Igreja

Uma introdução à Doutrina Social da Igreja, com Pe. Elílio de Faria Matos Jr e Márcio Carvalho.
Uma promoção de www.cursoscatolicos.com.br e Martyria Editora www.martyria.com.br
 Transmissão ao vivo dia 1º/07/2014 às 19h via Hangout.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Aula ao vivo: Que é Metafísica? - com Pe. Elílio Matos

Aula ao vivo com Pe. Elílio de Faria Matos Jr., direto de Roma.
Dia 9 de junho de 2014, segunda-feira, às 18h30 (horário de Brasília).

http://www.youtube.com/watch?v=zDWKYqq4Cmw

Quem assistir ao vivo poderá fazer perguntas, através dos comentários no próprio Youtube. É necessário estar logado com uma conta do Youtube/Google.

Quem não puder assistir ao vivo, poderá assistir a gravação pelo mesmo link acima.
 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Balanço: Silas Malafaia x Gabi



Com grande repercussão nas redes sociais, o programa “De frente com Gabi”, de Marília Gabriela, entrevistou o polêmico Silas Malafaia, conhecido por ser contra a PLC 122 (“lei da homofobia”) e recentemente por ter sido revelada a sua fortuna pessoal.
A entrevistadora chega a dar chilique ao discordar do entrevistado

Os comentários, porém, quase na totalidade, foram unilaterais, aprovação ou reprovação total de um ou outro (Silas ou Marília). Tentarei fazer um balanço mais detalhado e colher o melhor e o pior da entrevista.

A “conversa” começa com o assunto da fortuna, publicada pela revista Forbes como sendo o terceiro pastor mais rico do Brasil. Ele se aproveita do espaço para tentar explicar de onde vem, segundo ele, seus 4 milhões de reais (não 300 milhões da Forbes). Explica, mas não convence, porque mesmo 4 milhões é muito por ter origem, segundo ele, em “palestras”, venda de livros e DVD’s. Diz ainda que renunciou ao salário de pastor.
O problema começa a piorar depois que a entrevistadora se converte em debatedora e recusa a explicação, que questionava a veracidade dos números e a intenção da revista. Aí a debatedora cita, como era de se esperar, a teologia da prosperidade.
Malafaia tenta diferenciar a prosperidade que seria bíblica do “besteirol da teologia da prosperidade”. “Prosperidade não é só finanças”, tem a ver com bem-estar, segundo ele. Ora, mesmo assim essa teologia da prosperidade branda é falha, simplesmente porque Jesus ensina que o seu Reino não é desse mundo e que teríamos – sempre – muitas aflições. Nesse ponto, a agora debatedora tentou fazer um bom questionamento, mas a falta de conhecimento de ambos não deixa o assunto ficar claro, muito menos esclarecedor, tomando nada menos que 17 minutos.

O segundo bloco começa com o tema do homossexualismo, que a (já assumida) debatedora interrompe de segundo em segundo (inclusive “corrigindo” o termo para homossexualidade) tentando contrapor a explicação do entrevistado, que nesse ponto, por causa da sua oposição ao PLC 122 e sua formação de psicólogo, demonstra muito mais conhecimento que a jornalista papagaia pró “casamento” gay. Onde já se viu entrevistador julgar a resposta do entrevistado? “Você está exagerando, Silas!”, interrompe ela, mais de uma vez.

O debate debanda para o conceito de família. Vem “pérolas” dos dois lados. O pastor cita, acertadamente, que adultério e prostituição são pecados, logo depois diz que o divórcio seria “permitido pela Bíblia”! Marília, em seguida, questiona que conceito de família o pastor defende, já com um preconceito hilário, antes mesmo da resposta: “que conceito de família é esse que desde Jesus Cristo não foi revisto?” Uai, tinha que ser revisto?

Depois, Silas, psicólogo, dá mais uma aula sobre a possibilidade de reorientação de homossexuais. Neste ponto não houve intervenção, mas logo Marília vem com um caso hipotético absurdo: se uma mãe não tem condições de criar seu bebê e um “casal” homossexual quer adotá-lo. O pastor rapidamente aponta o absurdo da hipótese, pois não existem só homossexuais tentando adotar, ao que rapidamente ela tenta interromper com o conceito das “novas famílias”. O próprio Silas cita quando um jornalista perguntou como seria se ele tivesse um filho homossexual (“amaria cem por cento e reprovaria cem por cento”), ao que ela tem um ataque de condenação (“Seria um inferno na vida dele!”, gritando e meneando a cabeça), fazendo o que ela diz rejeitar: julgamento.
Terceiro bloco: política e religião, menos de um minuto, nada de mais. Depois, o pastor explica como são formados seus pastores de nível médio, seus salários (de 4 a 20 mil) e as perspectivas do “negócio”.

Marília pergunta sobre o Papa. “Respeito, mas não reconhecemos como sucessor de Cristo... Ele não deixou ninguém pra comandar...”.
Ah, tá... “apascenta os meus cordeiros... confirma os teus irmãos” dito a Pedro era piadinha de Jesus.
E Malafaia alfineta: “Só esqueceram de avisar eles [os católicos] que Pedro era casado”.
E o Quico, pastô? Onde estava a esposa de Pedro, seus filhos? Onde estava a esposa de Paulo, que recomendou o celibato, ou do próprio Jesus, que elogiou o celibato por causa do Reino dos Céus?

Último bloco, o bate-bola:
Divórcio: “sou contra” (contradiz o que disse antes)
Casamento: “a favor”
Morar junto: “contra, a não ser que sejam casados”. Aqui a debatedora quase replica, mas logo desiste (talvez pelo tempo).
Judaísmo: “antecessor do cristianismo”
Islamismo: “um radicalismo muito horroroso para o que a gente chama de religião”. Ela faz graça, insinuando que ele seria um radical. Toma tréplica à altura, mas logo corta com a próxima:
Parada gay: publicidade mentirosa (sobre os números falsos de participantes)
Silas por Silas: muito chato, fala alto, idealista, não abre mão da família.
Na despedida o pastor deseja uma bênção a ela e a todos, e ela solta: “Que o meu [Deus], que não sei se é o mesmo seu, te perdoe”. Ou seja, se coloca de novo como juíza dos pecados, coisa que tanto odeia.

Avaliação geral:
Condução da entrevista: Silas (grita muito) 0 x 0 Marília (transformou em debate)
Fortuna do pastor: Silas (amenizou, não explicou) 0 x 0 Marília (tentou defender a Forbes)
Teologia da prosperidade: Silas 0 x 1 Marília (tentou mostrar a contradição)
Homossexualidade: Silas 1 x 0 Marília (interrompia os sérios argumentos do pastor e retrucava as suas respostas)
Família: Silas (defende a família natural) 1 x 0 Marília (defende os “novos arranjos familiares”)
Perspectivas do “negócio”: Silas (assume, veladamente, o empreendedorismo) 0 x 1 Marília (toca na questão da formação dos pastores e dos seus rendimentos)
Igreja Católica: Silas (perdeu a chance de ficar calado) 0 x 1 Marília (boas perguntas)
Bate-bola: Silas (foi claro nas posições e argumentos) 1 x 0 Marília (ainda tentava julgar e rebater o entrevistado)

Resultado: 3 x 3.

Nos assuntos da defesa da família, contra o lobby gay, Silas Malafaia presta um grande serviço. Perdeu oportunidade de falar menos em outras questões e por defender o indefensável (teologia da prosperidade).
A entrevistadora, porém, esqueceu o seu papel e quis ser superior ao entrevistado, também perdendo a oportunidade de fazer uma melhor entrevista.

Repercussões:
http://portugues.christianpost.com/news/apos-de-frente-com-gabi-silas-malafaia-responde-ao-pseudodoutor-sobre-genes-homossexuais-14381/




domingo, 16 de dezembro de 2012

Resumo dos 6 Argumentos para a existência de Deus do Dr. Willian L. Craig



Apresento aqui os argumentos para a existência de Deus utilizados pelo Dr. Willian Lane Craig, teólogo, filósofo analítico e apologista evangélico estadunidense, conhecido por seu trabalho na Filosofia da Religião. (www.reasonablefaith.org)
Dr. Craig participou de vários debates com ateus e céticos e expõe, em geral, 6 argumentos a favor do teísmo. O presente resumo foi feito a partir do debate “Deus existe? Willian Lane Craig X Austin Dacey”:
Ao final do texto, alguns outros links de importantes debates.

Comentário crítico: Os argumentos do Dr. Craig e sua exposição são claros, válidos e convincentes, baseados na filosofia em diálogo com a ciência, principalmente a cosmologia. O sexto argumento, ele o declara, não é um argumento, mas poderia ser se apresentasse como senso religioso inato no homem, apoiado sobre dados sociológicos e antropológicos. Os argumentos filosóficos e cosmológicos poderiam ser mais aprofundados com os dados da filosofia tomista e as cinco vias. A origem protestante do Dr. Craig o impede de ir além nos testemunhos históricos da Tradição católica e no relato científico de milagres, importantes argumentos sempre atuais em favor da atuação direta de Deus na história.



Perguntados se Deus existe, temos que pensar em duas outras questões:
1.       Que boas razões existem para pensarmos que Deus existe?
2.       Que boas razões existem para pensarmos que Deus NÃO existe?
Dr. Craig expões seis linhas de evidências a favor da existência de Deus, deixando as razões para que Deus não exista para seu oponente no debate.

Razão 1: Deus é a melhor explicação para o porquê existe alguma coisa, além do nada.
Qualquer coisa que existe possui uma explicação para sua existência. E a explicação só pode ser de dois tipos: ou a causa está na sua própria natureza ou a causa é externa.
É óbvio que o Universo existe e existem explicações para sua existência, porque o Universo veio a existir no tempo, antes dele nada havia, segundo os cosmólogos. Logo, a causa do Universo é externa.
Então, a causa do Universo deve ser maior que o Universo, isto é, estar fora do espaço e do tempo, logo, imaterial e atemporal (pois não existia matéria e tempo antes do Universo).
Ora, só existem dois tipos de objetos que são assim: objetos abstratos, como números, ou uma mente inteligente.
Mas objetos abstratos não causam nada, portanto, se segue que a explicação do universo é uma causa pessoal, externa e transcendente.

Razão 2: A existência de Deus é inferida pela origem do universo.
Uma objeção pode surgir do primeiro argumento: o universo poderia existir de forma necessária, pela sua própria natureza. Mas este segundo argumento impede este escape: qualquer coisa que exista de forma necessária deve existir eternamente.
As ciências evidenciam que o Universo teve uma origem no tempo, no evento conhecido como Big Bang, do qual surgiu todo o espaço físico e o tempo. Não havia espaço, tempo e matéria pré-existente.
Mas a pergunta necessária é por que o Universo veio a existir. A menos que se queira crer que algo possa surgir do nada, temos por conclusão que
(1)    Qualquer coisa que comece a existir tem uma causa;
(2)    O Universo começou a existir;
(3)    Portanto, o Universo tem uma causa.
A causa do espaço e do tempo deve ser eterna, não espacial, imaterial e de um poder insondável. Além disso, deve ser um ser pessoal.
Porque deve haver um ser pessoal nessas condições? O único modo da causa ser eterna e o efeito ter início no tempo é se a causa for um agente pessoal, que livremente escolheu criar um efeito no tempo, sem nenhuma condição predeterminada.

Razão 3: O ajuste fino do universo aponta para um projetista inteligente.
As leis da natureza apresentam algumas constâncias, como a constante gravitacional. Estas não são determinadas pela natureza, mas foram elas que deram possibilidade de existência para o universo.
Ainda, existem certas quantidades arbitrárias colocadas como condições iniciais sobre as quais as leis da natureza operam, por exemplo, a quantidade de entropia ou o equilíbrio entre matéria e antimatéria.
Todas essas constantes e quantidades se encaixam extraordinariamente em uma faixa muito estreita de valores infinitesimais que permitem a existência de vida. Se esses valores e quantidades fossem infinitesimamente diferentes, nada existiria.
Existe somente três possibilidades de explicar este ajuste fino do universo:  necessidade física, acaso ou design (projeto).
Necessidade física não pode ser, pois vimos que os valores independem e são condições necessárias para as leis da natureza.
O Acaso, é matematicamente impossível. A probabilidade de que todas estas constantes e quantidade se encaixem é absurdamente pequena, e os acertos do acaso teriam que se repetir sequencialmente um número absurdo de vezes.
Portanto, o ajuste fino implica a existência de um Projetista inteligente.

Razão 4: É plausível que os valores morais objetivos sejam fundamentados em Deus.
Se Deus não existe, tampouco valores objetivos (válidos e obrigatórios por si, independente de pessoa ou aceitação).
Um certo evolucionismo moderno afirma que os valores morais são fruto de evolução tanto quanto órgãos e membros biológicos, portanto, uma moral objetiva é ilusória. Nietzsche, que proclamou a morte de Deus, entendeu que sem Deus não há sentido e valor objetivo para a vida.
A questão não é que devamos crer em Deus para reconhecer e viver valores morais. A questão é que na ausência de Deus como fonte da lei moral objetiva, não podemos reconhecer nenhuma moral, pois que seria fruto de evolução, portanto, mutável, não objetiva. Na visão ateísta, não há nada de absolutamente errado em estuprar alguém ou infringir qualquer sofrimento a um inocente. São meras convenções sociais evolucionárias.
Assim, (1) se Deus não existe, valores morais objetivos não existem. (2)E, mesmo que no fundo, todos sabem que valores objetivos existem. (3) Logo, Deus existe.

Razão 5: Os fatos históricos relacionados à vida, morte e ressurreição de Jesus.
Críticos do Novo Testamento chegaram a algum consenso de que o Jesus histórico veio à cena com um senso de autoridade divina. Ele levou uma vida austera de pregação e atos miraculosos.
Mas a confirmação suprema de suas afirmações foi sua ressurreição de dentre os mortos. Se Jesus ressuscitou, parece que temos um milagre divino em nossas mãos e, assim, uma evidência para a existência de Deus.
Existem três fatos históricos estabelecidos, reconhecidos pelos historiadores, que são evidências para  a ressurreição de Jesus:  (1) a tumba encontrada vazia no Domingo após a crucifixão; (2) a experiência de inúmeras aparições do ressuscitado; (3) os discípulos acreditaram na ressurreição num ambiente totalmente contrário a isso.
Tentativas de rejeitar esses fatos (se os discípulos roubassem o corpo; ou que Jesus não teria morrido de fato) são amplamente recusadas pelos críticos.
Portanto, (1) existem três fatos históricos confirmados a favor da ressurreição, (2) a hipótese “Deus ressuscitou Jesus de dentre os mortos” é a melhor explicação para estes fatos, (3) isto implicaria a existência de Deus, (4) portanto, Deus existe.

Razão 6: A experiência pessoal de Deus.
Este não é verdadeiramente um argumento, mas antes uma afirmação da sua existência simplesmente pela experiência pessoal imediata e evidente que dá sentido a vida.
Portanto, para acreditar que o ateísmo está correto, então o opositor terá primeiro que derrubar as seis razões apresentadas e em seu lugar apresentar razões porque o ateísmo é verdadeiro. A não ser que isto aconteça, nós podemos concluir que o teísmo é a cosmovisão mais plausível.

Respostas a algumas objeções:
Em geral se observa que os argumentos do ateísmo estão baseados na dúvida se Deus preenche ou não nossas expectativas. É uma pressuposição perigosa pensar que se nossas expectativas sobre Deus não forem satisfeitas, Deus não existe. O mais provável é que as expectativas estejam equivocadas.
Objeção 1: O sumiço de Deus
Não há razão para esperar mais evidências além das que Ele já deixou. Por que esperar mais evidências que um universo contingente, surgido do nada, o ajuste fino para a existência de vida inteligente, o conjunto de valores transcendentes, a ressurreição e as afirmações de Jesus, e a experiência imediata do próprio Deus?
O objetivo principal de Deus é atrair as pessoas para uma relação livre e amorosa com Ele, não apenas convencê-los de que Ele existe. Uma manifestação mais direta poderia ter o efeito contrária: forçar a relação não dá espaço para a liberdade e o amor.
Objeção 2: O sucesso das ciências naturais
Primeiro, é o teísmo que garante o sucesso das ciências naturais. O mundo é racional e opera segundo leis claras e observáveis, como vimos no argumento do design.
Segundo, Deus pode intervir periodicamente no processo natural que ele mesmo criou. Por exemplo, a ressurreição de Jesus. Toda a história de Israel foi pontuada com a autorrevelação de Deus na história.
Objeção 3: O dualismo mente-corpo ensinado pelo teísmo.
Correlações entre eventos cerebrais e mentais não provam que não existe um “eu”, alma ou mente imaterial que seja correlacionada com o cérebro. O materialismo reducionista diz que eu sou o mesmo que meu cérebro ou sistema nervoso. Porém, as propriedades mentais não são do mesmo tipo que propriedades físicas: “estados de espírito”, percepção moral e identidade pessoal, intenções, sabedoria, liberdade. Não saber como um agente imaterial interage com o material (o cérebro e o corpo) não é razão para negar a realidade da alma, muito menos que Deus existe.
Objeção 4: A evolução extravagante e ineficiente é incompatível com a existência de um Deus inteligente.
Em primeiro lugar, eficiência é importante apenas para uma pessoa que tenha tempo e recursos limitados. Dizer que a via que Ele escolheu é ineficiente é apenas afirmar que não correspondeu a nossas expectativas.
Segundo, o argumento supõe que a teoria macro-evolucionária é verdadeira, mas isso está longe de ser provado. Somente no exemplo do homo sapiens, existem pelo menos 10 passos tão improváveis que, antes que eles possam ter acontecido simplesmente pelo acaso, o sol e a Terra deixariam de existir.
Portanto, se a evolução aconteceu, isto seria literalmente um milagre, e portanto evidência para a existência de Deus.
Objeção 5: O sofrimento dos inocentes no mundo.
Deve-se distinguir “problema emocional do sofrimento” e “problema intelectual do sofrimento”. Dor e sofrimento são uma objeção emocional para reconhecer a existência de Deus, mas não intelectual.
Primeiro, não está claro que o sofrimento seja sem sentido. Apenas não estamos em condições de fazer esse tipo de julgamento. Ao sermos limitados por tempo e espaço, nós não temos condições de conhecer o fim da história e as razões dos acontecimentos. Isso não passa de ressentimento por não saber essa e tantas outras coisas.
Segundo, é logicamente impossível Deus nos dizer, de modo compreensível, a cada um, a razão de tudo. Ele nos diz de uma forma mais geral, de modo que podemos confiar nele e esperar o cumprimento de suas promessas para além desta vida.

Debate entre William Lane Craig e Jamal Badawi - LEGENDADO

Deus Existe? - Debate Craig & Atkins

Entrevista 'A Ressurreição' - William Lane Craig

Craig Versus Ehrman - O Debate da Ressurreição


 


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Vídeos: O senso moral como argumento para existência de Deus

Exposição sobre as grandes aspirações do ser humano, o senso moral e a responsabilidade.
Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=Krjts-_v0ds
Parte 2: http://youtu.be/OggZC_achSU