Mostrando postagens com marcador ateísmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ateísmo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

"Não matarás" - Documentário sobre o aborto

Um documentário completo sobre o aborto.
(Filme com restrição de idade. Cenas perturbadoras)
https://www.youtube.com/watch?v=N8zZY7CPN5s&index=1&list=PL8NBDw2H4BNhGWwmbIDtJddo3jljne3jj

Produzido por Dr. Ivan Vaz de Melo, médico.
Cap. 1: Pecado original
Cap. 2: O início da vida (9:05)
Cap. 3: Ser ou não ser. Quem pode dizer o início da vida (19:37)
Cap. 4: O que diz a ciência (26:14)
Cap. 5: A Guerra (37:02)
Cap. 6: Fatos e Mitos (42:22)
Cap. 7: Aborto eugênico (1:02:30)
Cap. 8: Armas e métodos de aborto (1:17:00)
Cap. 9: Depois do aborto (1:20:07)

 ***
Conheça: 
http://loja.cursoscatolicos.com.br/index.php?route=product/product&product_id=52&tracking=52d056b7d50dc
 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Perseguidos são os cristãos, a religião ou quem não segue o islã?


Ocorre no mundo uma grande perseguição pouco noticiada aos cristãos, principalmente em países islâmicos. Alguém poderia dizer, porém, que os perseguidos não são os cristãos, mas todos que não seguem o islã.
Isso é falso, na medida que quem pensa assim quer diminuir o fato de que são os cristãos os mais perseguidos.
A perseguição geralmente não é ao credo cristão em si, mas aos princípios cristãos, principalmente quando parte do Estado. Porque o cristianismo defende a liberdade, inclusive a religiosa, a democracia, a moralidade e também a independência do estado quanto às religiões. A perseguição geralmente é do próprio estado. Existem, é fato, grupos fanáticos que perseguem os "infiéis", mas geralmente são apoiados ou acobertados pelos estados.

Ou seja, a Igreja é a favor do estado laico, que é diferente, porém, de laicismo ou ateísmo. A Coreia do Norte é o país mais intolerante com o cristianismo, sendo um estado ateu comunista, porém de maioria budista e taoísta.(http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/)

Na China, segundo a comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos , pelo menos 40 bispos católicos estariam presos ou desaparecidos. Lá são permitidas religiões desde que controladas pelo Estado comunista. No mundo 7 em 10 perseguidos por causa da religião são cristãos (Dados de 2011: http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS)
Não se trata, então, de perseguição islâmica, apesar de ser grande maioria. A perseguição aos cristãos é uma perseguição a Deus, sem falar na tentativa de minar as bases da civilização ocidental: a razão grega, o direito romano e a moral judaico-cristã. 
Foi na base da convicção sobre a existência de um Deus criador que se desenvolveram a ideia dos direitos humanos, a ideia da igualdade de todos os homens perante a lei, o conhecimento da inviolabilidade da dignidade humana em cada pessoa e a consciência da responsabilidade dos homens pelo seu agir. Estes conhecimentos da razão constituem a nossa memória cultural. Ignorá-la ou considerá-la como mero passado seria uma amputação da nossa cultura no seu todo e privá-la-ia da sua integralidade. A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma [...] (http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2011/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20110922_reichstag-berlin_po.html)

Essa tentativa é orquestrada por grupos globalistas, que aceitam ajuda de todos os lados: islã, multinacionais, partidos políticos (todos de esquerda), ONGs, "direitos humanos", ecologistas, mídia, e quem quer que se aproveite, mesmo por um momento, da destruição de Deus e da imbecilização humana.
[...] numa busca desesperada por peças de reposição para o nous e o logos [...], os “filósofos” foram “resvalando hierarquia abaixo” da estrutura do ser.
Partiram de Deus (concepção clássica e cristã) e aterrissaram de cabeça nos fluidos dos impulsos biológicos (psicologia do inconsciente de Freud), passando pela guilhotina da razão (iluministas),se embrulhando na inteligência pragmática, abraçando a utilidade (John Stuart Mill e utilitaristas), sendo esmagados pelas forças de produção (Karl Marx) e pelos determinismos raciais (Gobineau).
[...] Perdida a experiência da realidade divina, do fundamento do ser, os indivíduos e as sociedades tornam-se incapaz de orientar corretamente sua atuação no mundo, tornando-se, assim, estúpidos, imbecis.(http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13756-imbecis-sem-deus.html)


domingo, 16 de dezembro de 2012

Resumo dos 6 Argumentos para a existência de Deus do Dr. Willian L. Craig



Apresento aqui os argumentos para a existência de Deus utilizados pelo Dr. Willian Lane Craig, teólogo, filósofo analítico e apologista evangélico estadunidense, conhecido por seu trabalho na Filosofia da Religião. (www.reasonablefaith.org)
Dr. Craig participou de vários debates com ateus e céticos e expõe, em geral, 6 argumentos a favor do teísmo. O presente resumo foi feito a partir do debate “Deus existe? Willian Lane Craig X Austin Dacey”:
Ao final do texto, alguns outros links de importantes debates.

Comentário crítico: Os argumentos do Dr. Craig e sua exposição são claros, válidos e convincentes, baseados na filosofia em diálogo com a ciência, principalmente a cosmologia. O sexto argumento, ele o declara, não é um argumento, mas poderia ser se apresentasse como senso religioso inato no homem, apoiado sobre dados sociológicos e antropológicos. Os argumentos filosóficos e cosmológicos poderiam ser mais aprofundados com os dados da filosofia tomista e as cinco vias. A origem protestante do Dr. Craig o impede de ir além nos testemunhos históricos da Tradição católica e no relato científico de milagres, importantes argumentos sempre atuais em favor da atuação direta de Deus na história.



Perguntados se Deus existe, temos que pensar em duas outras questões:
1.       Que boas razões existem para pensarmos que Deus existe?
2.       Que boas razões existem para pensarmos que Deus NÃO existe?
Dr. Craig expões seis linhas de evidências a favor da existência de Deus, deixando as razões para que Deus não exista para seu oponente no debate.

Razão 1: Deus é a melhor explicação para o porquê existe alguma coisa, além do nada.
Qualquer coisa que existe possui uma explicação para sua existência. E a explicação só pode ser de dois tipos: ou a causa está na sua própria natureza ou a causa é externa.
É óbvio que o Universo existe e existem explicações para sua existência, porque o Universo veio a existir no tempo, antes dele nada havia, segundo os cosmólogos. Logo, a causa do Universo é externa.
Então, a causa do Universo deve ser maior que o Universo, isto é, estar fora do espaço e do tempo, logo, imaterial e atemporal (pois não existia matéria e tempo antes do Universo).
Ora, só existem dois tipos de objetos que são assim: objetos abstratos, como números, ou uma mente inteligente.
Mas objetos abstratos não causam nada, portanto, se segue que a explicação do universo é uma causa pessoal, externa e transcendente.

Razão 2: A existência de Deus é inferida pela origem do universo.
Uma objeção pode surgir do primeiro argumento: o universo poderia existir de forma necessária, pela sua própria natureza. Mas este segundo argumento impede este escape: qualquer coisa que exista de forma necessária deve existir eternamente.
As ciências evidenciam que o Universo teve uma origem no tempo, no evento conhecido como Big Bang, do qual surgiu todo o espaço físico e o tempo. Não havia espaço, tempo e matéria pré-existente.
Mas a pergunta necessária é por que o Universo veio a existir. A menos que se queira crer que algo possa surgir do nada, temos por conclusão que
(1)    Qualquer coisa que comece a existir tem uma causa;
(2)    O Universo começou a existir;
(3)    Portanto, o Universo tem uma causa.
A causa do espaço e do tempo deve ser eterna, não espacial, imaterial e de um poder insondável. Além disso, deve ser um ser pessoal.
Porque deve haver um ser pessoal nessas condições? O único modo da causa ser eterna e o efeito ter início no tempo é se a causa for um agente pessoal, que livremente escolheu criar um efeito no tempo, sem nenhuma condição predeterminada.

Razão 3: O ajuste fino do universo aponta para um projetista inteligente.
As leis da natureza apresentam algumas constâncias, como a constante gravitacional. Estas não são determinadas pela natureza, mas foram elas que deram possibilidade de existência para o universo.
Ainda, existem certas quantidades arbitrárias colocadas como condições iniciais sobre as quais as leis da natureza operam, por exemplo, a quantidade de entropia ou o equilíbrio entre matéria e antimatéria.
Todas essas constantes e quantidades se encaixam extraordinariamente em uma faixa muito estreita de valores infinitesimais que permitem a existência de vida. Se esses valores e quantidades fossem infinitesimamente diferentes, nada existiria.
Existe somente três possibilidades de explicar este ajuste fino do universo:  necessidade física, acaso ou design (projeto).
Necessidade física não pode ser, pois vimos que os valores independem e são condições necessárias para as leis da natureza.
O Acaso, é matematicamente impossível. A probabilidade de que todas estas constantes e quantidade se encaixem é absurdamente pequena, e os acertos do acaso teriam que se repetir sequencialmente um número absurdo de vezes.
Portanto, o ajuste fino implica a existência de um Projetista inteligente.

Razão 4: É plausível que os valores morais objetivos sejam fundamentados em Deus.
Se Deus não existe, tampouco valores objetivos (válidos e obrigatórios por si, independente de pessoa ou aceitação).
Um certo evolucionismo moderno afirma que os valores morais são fruto de evolução tanto quanto órgãos e membros biológicos, portanto, uma moral objetiva é ilusória. Nietzsche, que proclamou a morte de Deus, entendeu que sem Deus não há sentido e valor objetivo para a vida.
A questão não é que devamos crer em Deus para reconhecer e viver valores morais. A questão é que na ausência de Deus como fonte da lei moral objetiva, não podemos reconhecer nenhuma moral, pois que seria fruto de evolução, portanto, mutável, não objetiva. Na visão ateísta, não há nada de absolutamente errado em estuprar alguém ou infringir qualquer sofrimento a um inocente. São meras convenções sociais evolucionárias.
Assim, (1) se Deus não existe, valores morais objetivos não existem. (2)E, mesmo que no fundo, todos sabem que valores objetivos existem. (3) Logo, Deus existe.

Razão 5: Os fatos históricos relacionados à vida, morte e ressurreição de Jesus.
Críticos do Novo Testamento chegaram a algum consenso de que o Jesus histórico veio à cena com um senso de autoridade divina. Ele levou uma vida austera de pregação e atos miraculosos.
Mas a confirmação suprema de suas afirmações foi sua ressurreição de dentre os mortos. Se Jesus ressuscitou, parece que temos um milagre divino em nossas mãos e, assim, uma evidência para a existência de Deus.
Existem três fatos históricos estabelecidos, reconhecidos pelos historiadores, que são evidências para  a ressurreição de Jesus:  (1) a tumba encontrada vazia no Domingo após a crucifixão; (2) a experiência de inúmeras aparições do ressuscitado; (3) os discípulos acreditaram na ressurreição num ambiente totalmente contrário a isso.
Tentativas de rejeitar esses fatos (se os discípulos roubassem o corpo; ou que Jesus não teria morrido de fato) são amplamente recusadas pelos críticos.
Portanto, (1) existem três fatos históricos confirmados a favor da ressurreição, (2) a hipótese “Deus ressuscitou Jesus de dentre os mortos” é a melhor explicação para estes fatos, (3) isto implicaria a existência de Deus, (4) portanto, Deus existe.

Razão 6: A experiência pessoal de Deus.
Este não é verdadeiramente um argumento, mas antes uma afirmação da sua existência simplesmente pela experiência pessoal imediata e evidente que dá sentido a vida.
Portanto, para acreditar que o ateísmo está correto, então o opositor terá primeiro que derrubar as seis razões apresentadas e em seu lugar apresentar razões porque o ateísmo é verdadeiro. A não ser que isto aconteça, nós podemos concluir que o teísmo é a cosmovisão mais plausível.

Respostas a algumas objeções:
Em geral se observa que os argumentos do ateísmo estão baseados na dúvida se Deus preenche ou não nossas expectativas. É uma pressuposição perigosa pensar que se nossas expectativas sobre Deus não forem satisfeitas, Deus não existe. O mais provável é que as expectativas estejam equivocadas.
Objeção 1: O sumiço de Deus
Não há razão para esperar mais evidências além das que Ele já deixou. Por que esperar mais evidências que um universo contingente, surgido do nada, o ajuste fino para a existência de vida inteligente, o conjunto de valores transcendentes, a ressurreição e as afirmações de Jesus, e a experiência imediata do próprio Deus?
O objetivo principal de Deus é atrair as pessoas para uma relação livre e amorosa com Ele, não apenas convencê-los de que Ele existe. Uma manifestação mais direta poderia ter o efeito contrária: forçar a relação não dá espaço para a liberdade e o amor.
Objeção 2: O sucesso das ciências naturais
Primeiro, é o teísmo que garante o sucesso das ciências naturais. O mundo é racional e opera segundo leis claras e observáveis, como vimos no argumento do design.
Segundo, Deus pode intervir periodicamente no processo natural que ele mesmo criou. Por exemplo, a ressurreição de Jesus. Toda a história de Israel foi pontuada com a autorrevelação de Deus na história.
Objeção 3: O dualismo mente-corpo ensinado pelo teísmo.
Correlações entre eventos cerebrais e mentais não provam que não existe um “eu”, alma ou mente imaterial que seja correlacionada com o cérebro. O materialismo reducionista diz que eu sou o mesmo que meu cérebro ou sistema nervoso. Porém, as propriedades mentais não são do mesmo tipo que propriedades físicas: “estados de espírito”, percepção moral e identidade pessoal, intenções, sabedoria, liberdade. Não saber como um agente imaterial interage com o material (o cérebro e o corpo) não é razão para negar a realidade da alma, muito menos que Deus existe.
Objeção 4: A evolução extravagante e ineficiente é incompatível com a existência de um Deus inteligente.
Em primeiro lugar, eficiência é importante apenas para uma pessoa que tenha tempo e recursos limitados. Dizer que a via que Ele escolheu é ineficiente é apenas afirmar que não correspondeu a nossas expectativas.
Segundo, o argumento supõe que a teoria macro-evolucionária é verdadeira, mas isso está longe de ser provado. Somente no exemplo do homo sapiens, existem pelo menos 10 passos tão improváveis que, antes que eles possam ter acontecido simplesmente pelo acaso, o sol e a Terra deixariam de existir.
Portanto, se a evolução aconteceu, isto seria literalmente um milagre, e portanto evidência para a existência de Deus.
Objeção 5: O sofrimento dos inocentes no mundo.
Deve-se distinguir “problema emocional do sofrimento” e “problema intelectual do sofrimento”. Dor e sofrimento são uma objeção emocional para reconhecer a existência de Deus, mas não intelectual.
Primeiro, não está claro que o sofrimento seja sem sentido. Apenas não estamos em condições de fazer esse tipo de julgamento. Ao sermos limitados por tempo e espaço, nós não temos condições de conhecer o fim da história e as razões dos acontecimentos. Isso não passa de ressentimento por não saber essa e tantas outras coisas.
Segundo, é logicamente impossível Deus nos dizer, de modo compreensível, a cada um, a razão de tudo. Ele nos diz de uma forma mais geral, de modo que podemos confiar nele e esperar o cumprimento de suas promessas para além desta vida.

Debate entre William Lane Craig e Jamal Badawi - LEGENDADO

Deus Existe? - Debate Craig & Atkins

Entrevista 'A Ressurreição' - William Lane Craig

Craig Versus Ehrman - O Debate da Ressurreição


 


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Vídeos: O senso moral como argumento para existência de Deus

Exposição sobre as grandes aspirações do ser humano, o senso moral e a responsabilidade.
Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=Krjts-_v0ds
Parte 2: http://youtu.be/OggZC_achSU


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Livro (online): Sobre Deus. Mário Ferreira dos Santos

  • 1º capítulo - A experiência mística e a experiência natural
  • 2º capítulo: Idéia de Deus: teísmo, deísmo e ateísmo
  • 3º capítulo: Origens da idéia de Deus e razões gerais do ateísmo
  • 4º capítulo: Das provas da existência de Deus
  • 5º capítulo: O Universo: um Grande Pensamento1
  • 6º capítulo: Existência de Deus, segundo Balmes
  • 7º capítulo: Das provas "a posteriori"
  • 8º capítulo: Provas de Duns Scot
  • 9º capítulo: Argumentos contra a existência de Deus
  • 10º capítulo: Os atributos metafísicos de Deus para os teístas
  • 11º capítulo: Provas de São Boaventura sobre a existência de Deus
  • 12º capítulo: Discurso Final
  • 13º capítulo: - Análise dos atributos divinos
  • 14º capítulo - Os atributos divinos em geral
  • 15º capítulo - Os atributos de Deus
  • 16º capítulo - A Ciência de Deus
  • 17º capítulo: A exegese e a hermenêutica
  • 18º capítulo: Natureza de Deus
  • 19ºcapítulo: Da existência de Deus e da eternidade de Deus
  • 20ºcapítulo: - Da Unidade de Deus
  • 21ºcapítulo: Da Perfeição de Deus
  • 22º capítulo: Do Bem e da Bondade de Deus
  • 23º capítulo: Da Infinidade de Deus
  • 24º capítul:o Da Existência de Deus nas Coisas
 MÁRIO FERREIRA DOS SANTOS - Sobre Deus

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Pensamentos: questionar a existência de Deus

Comece a questionar e colocará em dúvida a existência de Deus.
Pare de questionar e começará a afirmar que não existe Deus.

***

Grandes pensadores e até ex-ateus concluíram que a afirmação de que Deus não existe é irracional. A dúvida sobre qualquer assunto é lícita e provoca a investigação. Quando se tem, por motivos ideológicos e de conveniência, uma estagnação na dúvida, às vezes é mais fácil negar a verdade, por não ter conseguido alcançá-la. É a preguiça intelectual.

Recomendo: http://logosapologetica.com/category/teismoateismo/