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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Por que estudar latim atualmente?

Há uma tendência mundial de revalorização do ensino/aprendizagem do latim. Reunimos aqui uma série de links que tratam do assunto:

 Curso de Latim online, clique aqui.

 Por que um estudante de 2013 deveria ainda estudar Latim? A resposta é que o Latim serve para tudo.


 Original italiano: http://www.tempi.it/blog/perche-uno-studente-del-2013-dovrebbe-ancora-studiare-il-latino-la-risposta-e-che-il-latino-serve-a-tutto#.Ubn9cpwhUdh


Traduzido por Pe. Giovanni Battaglia. Agradecimento especial à aluna de Formação Católica Online,
Mª Tereza Venancio da Silva, que fez contato com o padre. Grifos nossos.
 

Estamos nas últimas semanas de inscrição para as escolas superiores (colegiais).

Outro dia uma mãe me perguntou qual a diferença existente entre um “Curso” com ou sem latim (uma opção sempre mais comum) . Os alunos das últimas séries são sempre mais desanimados, apavorados por esta matéria e preferem excluí-la, talvez pelo medo de um excesso de esforço.

Me pergunto: pra que serve o Latim ? Quem já estudou Latim não se arrepende.

Estudar Latim de qualquer jeito não serve. Estudar com interesse e seriedade serve para tudo.

Conhecer o Latim ajuda a dar valor a muitos lados da realidade. Quais?

Somente o estudo pode ajudar a entender isso, mas é preciso tempo e vontade.

As motivações: sempre foi dito que o estudo do Latim ajuda a desenvolver o raciocínio, a lógica, mas isto não satisfaz os adolescentes. Semana enigmística, filosófica, matemática podem obter o mesmo resultado. Porque estudar Latim em 2013?

Em primeiro lugar o Latim ajuda entender o presente como época filha de um passado. A nossa tradição ocidental tem suas raizes na cultura grega, na romana e cristã.

Raciocínio, filosofia, sabor da beleza, são heranças que nós recebemos dos gregos; o direito, o sentido da unidade do Estado recebemos dos Romanos, a história cristã introduziu depois uma nova concepção da pessoa, da civilização, da sociedade. Por isso estudar civilização, literatura e língua latina significa conhecer as próprias raízes, como conhecer melhor os próprios pais. Facilita entender o que temos em comum com os antigos e nos permite de pontualizar as mudanças.

Em segundo lugar, conhecimento do Latim ilumina a linguagem e as palavras. Linguagem e palavras contam a história de uma civilização, do desenvolvimento humano, da cultura de um povo. Exemplo: a palavra CULTURA; o verbo latim colo é o alicerce da palavra cultura e destaca a passagem do ser humano da condição nômade a sedentário. O verbo significa cultivar, morar, venerar. Um povo de vida sedentário aprende a cultivar a terra, a habita e venera a divindade do lugar. No termo cultura tem tudo isso… o alicerce, as raizes que levam a dar frutos e bons frutos.

Dá pra entender que a cultura não é somente conhecimento de componentes da realidade, mas vem de um passado e se abre ao presente e ao futuro. Cultura não é só matéria, mas também religiosidade.

Latinos pensavam o termo nomen ligado a homem ... a palavra como expressão da pessoa. Nomina consequencia rerum, o nome consequência da realidade das coisas.

Em terceiro lugar, dos Latinos, assim como dos Gregos, nos derivam a retórica, que ensina a escrever bem, a falar bem, a persuadir. Nas escolas precisariam acrescentar esta “nova matéria”, na verdade antiquíssima. “Saber falar bem” e “saber escrever bem” são duas atitudes transversais fundamentais, assim como “saber raciocinar” e “saber julgar”. Visto que retórica não se ensina, precisariam aprender do italiano, latim e Grego. Mas isto acontece?

Em quarto lugar a leitura das grandes obras da literatura latina de Virgílio, Horácio, Sêneca, Cícero facilita o encontro com os grandes do passado.

Acho que aprender uma disciplina (matéria) não é finalizada a uma competência. A nossa escola virou a escola das competências (saber fazer) desligada da cultura.

Somente a leitura de uma poesia é finalizada, aprender um estilo, figura retórica...

Esta é uma atitude violenta que corre o risco de desanimar as crianças da leitura, da poesia, … Quando se gosta de uma matéria, não se pode exigir que o aluno estude para conseguir objetivos específicos.

A coisa mais bela é que também o outro se apaixone pela mesma beleza que te fascina.

É este fascínio, esta paixão, este entusiasmo por alguma coisa passada, que é maior que nós, pode levar um rapaz a estudar Latim.


terça-feira, 26 de março de 2013

A desordem dos atos homossexuais

A desordem está nos atos de homossexualidade e a orientação deve partir desse pressuposto. Vejo que um grande problema está nos conceitos deturpados pelas ideologias de moda; um deles é o conceito de sexualidade.

Só há dois sexos: masculino e feminino, ninguém poderá negar. E a sexualidade é a maneira de viver esta condição natural.
A sexualidade depende da escolha livre do estado de vida. Quanto à sexualidade, só pode haver duas escolhas: o estado de solteiro ou de casado.

Acontece que o estado matrimonial envolve uma segunda pessoa e uma sociedade inteira, na medida que gera deveres. Então, não existe, para ninguém, um direito ao casamento. Há condições, há impedimentos.

A liberdade da pessoa para a sexualidade é que saiba reconhecer o estado de vida a que está preparada, para melhor servir à família, à comunidade, para se dedicar ao trabalho e ao próximo.

É escravidão se deixar guiar por instintos sexuais, por prazeres venérios. Isso é desordenado, é bestialidade, e vale para homo e heterossexuais.

Há um projeto mundial de destruição da família e dos valores perenes, e para esse fim perverso estão sendo usados os homossexuais, os movimentos feministas, as pessoas da saúde, os educadores e muitos incautos dentro da própria Igreja. Devemos estar preparados doutrinal e espiritualmente para não ceder a essas pressões diabólicas.

Recomendo a leitura das reflexões da Igreja sobre o tema:

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19861001_homosexual-persons_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19920724_homosexual-persons_po.html

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20030731_homosexual-unions_po.html

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Balanço: Silas Malafaia x Gabi



Com grande repercussão nas redes sociais, o programa “De frente com Gabi”, de Marília Gabriela, entrevistou o polêmico Silas Malafaia, conhecido por ser contra a PLC 122 (“lei da homofobia”) e recentemente por ter sido revelada a sua fortuna pessoal.
A entrevistadora chega a dar chilique ao discordar do entrevistado

Os comentários, porém, quase na totalidade, foram unilaterais, aprovação ou reprovação total de um ou outro (Silas ou Marília). Tentarei fazer um balanço mais detalhado e colher o melhor e o pior da entrevista.

A “conversa” começa com o assunto da fortuna, publicada pela revista Forbes como sendo o terceiro pastor mais rico do Brasil. Ele se aproveita do espaço para tentar explicar de onde vem, segundo ele, seus 4 milhões de reais (não 300 milhões da Forbes). Explica, mas não convence, porque mesmo 4 milhões é muito por ter origem, segundo ele, em “palestras”, venda de livros e DVD’s. Diz ainda que renunciou ao salário de pastor.
O problema começa a piorar depois que a entrevistadora se converte em debatedora e recusa a explicação, que questionava a veracidade dos números e a intenção da revista. Aí a debatedora cita, como era de se esperar, a teologia da prosperidade.
Malafaia tenta diferenciar a prosperidade que seria bíblica do “besteirol da teologia da prosperidade”. “Prosperidade não é só finanças”, tem a ver com bem-estar, segundo ele. Ora, mesmo assim essa teologia da prosperidade branda é falha, simplesmente porque Jesus ensina que o seu Reino não é desse mundo e que teríamos – sempre – muitas aflições. Nesse ponto, a agora debatedora tentou fazer um bom questionamento, mas a falta de conhecimento de ambos não deixa o assunto ficar claro, muito menos esclarecedor, tomando nada menos que 17 minutos.

O segundo bloco começa com o tema do homossexualismo, que a (já assumida) debatedora interrompe de segundo em segundo (inclusive “corrigindo” o termo para homossexualidade) tentando contrapor a explicação do entrevistado, que nesse ponto, por causa da sua oposição ao PLC 122 e sua formação de psicólogo, demonstra muito mais conhecimento que a jornalista papagaia pró “casamento” gay. Onde já se viu entrevistador julgar a resposta do entrevistado? “Você está exagerando, Silas!”, interrompe ela, mais de uma vez.

O debate debanda para o conceito de família. Vem “pérolas” dos dois lados. O pastor cita, acertadamente, que adultério e prostituição são pecados, logo depois diz que o divórcio seria “permitido pela Bíblia”! Marília, em seguida, questiona que conceito de família o pastor defende, já com um preconceito hilário, antes mesmo da resposta: “que conceito de família é esse que desde Jesus Cristo não foi revisto?” Uai, tinha que ser revisto?

Depois, Silas, psicólogo, dá mais uma aula sobre a possibilidade de reorientação de homossexuais. Neste ponto não houve intervenção, mas logo Marília vem com um caso hipotético absurdo: se uma mãe não tem condições de criar seu bebê e um “casal” homossexual quer adotá-lo. O pastor rapidamente aponta o absurdo da hipótese, pois não existem só homossexuais tentando adotar, ao que rapidamente ela tenta interromper com o conceito das “novas famílias”. O próprio Silas cita quando um jornalista perguntou como seria se ele tivesse um filho homossexual (“amaria cem por cento e reprovaria cem por cento”), ao que ela tem um ataque de condenação (“Seria um inferno na vida dele!”, gritando e meneando a cabeça), fazendo o que ela diz rejeitar: julgamento.
Terceiro bloco: política e religião, menos de um minuto, nada de mais. Depois, o pastor explica como são formados seus pastores de nível médio, seus salários (de 4 a 20 mil) e as perspectivas do “negócio”.

Marília pergunta sobre o Papa. “Respeito, mas não reconhecemos como sucessor de Cristo... Ele não deixou ninguém pra comandar...”.
Ah, tá... “apascenta os meus cordeiros... confirma os teus irmãos” dito a Pedro era piadinha de Jesus.
E Malafaia alfineta: “Só esqueceram de avisar eles [os católicos] que Pedro era casado”.
E o Quico, pastô? Onde estava a esposa de Pedro, seus filhos? Onde estava a esposa de Paulo, que recomendou o celibato, ou do próprio Jesus, que elogiou o celibato por causa do Reino dos Céus?

Último bloco, o bate-bola:
Divórcio: “sou contra” (contradiz o que disse antes)
Casamento: “a favor”
Morar junto: “contra, a não ser que sejam casados”. Aqui a debatedora quase replica, mas logo desiste (talvez pelo tempo).
Judaísmo: “antecessor do cristianismo”
Islamismo: “um radicalismo muito horroroso para o que a gente chama de religião”. Ela faz graça, insinuando que ele seria um radical. Toma tréplica à altura, mas logo corta com a próxima:
Parada gay: publicidade mentirosa (sobre os números falsos de participantes)
Silas por Silas: muito chato, fala alto, idealista, não abre mão da família.
Na despedida o pastor deseja uma bênção a ela e a todos, e ela solta: “Que o meu [Deus], que não sei se é o mesmo seu, te perdoe”. Ou seja, se coloca de novo como juíza dos pecados, coisa que tanto odeia.

Avaliação geral:
Condução da entrevista: Silas (grita muito) 0 x 0 Marília (transformou em debate)
Fortuna do pastor: Silas (amenizou, não explicou) 0 x 0 Marília (tentou defender a Forbes)
Teologia da prosperidade: Silas 0 x 1 Marília (tentou mostrar a contradição)
Homossexualidade: Silas 1 x 0 Marília (interrompia os sérios argumentos do pastor e retrucava as suas respostas)
Família: Silas (defende a família natural) 1 x 0 Marília (defende os “novos arranjos familiares”)
Perspectivas do “negócio”: Silas (assume, veladamente, o empreendedorismo) 0 x 1 Marília (toca na questão da formação dos pastores e dos seus rendimentos)
Igreja Católica: Silas (perdeu a chance de ficar calado) 0 x 1 Marília (boas perguntas)
Bate-bola: Silas (foi claro nas posições e argumentos) 1 x 0 Marília (ainda tentava julgar e rebater o entrevistado)

Resultado: 3 x 3.

Nos assuntos da defesa da família, contra o lobby gay, Silas Malafaia presta um grande serviço. Perdeu oportunidade de falar menos em outras questões e por defender o indefensável (teologia da prosperidade).
A entrevistadora, porém, esqueceu o seu papel e quis ser superior ao entrevistado, também perdendo a oportunidade de fazer uma melhor entrevista.

Repercussões:
http://portugues.christianpost.com/news/apos-de-frente-com-gabi-silas-malafaia-responde-ao-pseudodoutor-sobre-genes-homossexuais-14381/




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Redes Sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização

Texto completo em: http://www.pccs.va/index.php/pt/giornate-mondiali-delle-comunicazioni-sociali-5/2013

Mensagem do Papa Bento XVI para o 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais - 12 de maio de 2013

Alguns trechos:

"Estes espaços [REDES SOCIAIS DIGITAIS], quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana."

"as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos."


"frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação."

"A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social. "

"graças precisamente a um contacto inicial feito on line – a importância do encontro directo, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé. Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas."

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

União Europeia: contra a liberdade religiosa e de consciência


Tradução: Márcio Carvalho
NOTICIAS GLOBALES, Ano XVI. Número 1069, 03/13. Informativo n° 1184. Buenos Aires, 16 de janeiro 2013

Em nome da igualdade e da diversidade
A 4ª Sessão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo deliberou ontem sobre quatro casos que afetam a liberdade religiosa e de consciência. Os quatro litígios foram iniciados contra o Reino Unido.
Dos 4 casos, o Tribunal de Estrasburgo só deu razão a uma demandante, Nadia Eweida, cristã copta, despedida de British Aiways em 2006 por negar-se a tirar uma cruz do pescoço.
Mas nega o direito à liberdade religiosa e à liberdade de consciência a outros três cristãos:
-Lillian Ladelle, uma funcionária municipal de Islington, despedida porque recusou participar em “cerimônias de união civil” entre personas do mesmo sexo.
-Gary McFarlane, um psicólogo e conselheiro matrimonial, despedido da associação Relate em 2008, por dizem em um curso de formação que ele se recusaria a tratar problemas de “casais” com homossexuais.
-A enfermeira anglicana Shirley Chaplin, transferida do trabalho com enfermos para um trabalho de escritório, porque se negou a tirar sua cruz de confirmação, que leva no pescoço há 30 anos.
Em nome da igualdade e da diversidade
O mais inaceitável da sentença, na opinião de Gregor Pupinck, diretor do Centro Europeu para a Lei e a Justiça (ECLJ), é que a demissão dos empregados é proporcional à obrigação do empregador de aplicar “as políticas de igualdade e diversidade”. Como se poderia considerar justo despedir um trabalhador quando teria sido fácil para o empregador dar-lhe função em outros postos ou tarefas?, se pregunta Pupinck. A resposta negativa dos empregadores para atender as petições dos trabalhadores afetados é uma sanção de caráter ideológico, e dá a entender que não há lugar em suas empresas para “cristãos intolerantes”, diz o comentário de Profesionales por la Ética.
O comentário continua dizendo que é impressionante também que o Tribunal Europeu, com exceção de dois juízes tenha ignorado a diferença fundamental entre consciência e religião. Assim, nos casos Eweida e Chaplin a questão é de liberdade de religião (liberdade para portar símbolos religiosos em público) enquanto nos casos Ladele y McFarlane o que está em jogo é a liberdade de consciência (objeção de consciência frente à homossexualidade). Considerando que a liberdade religiosa pode estar sujeita a limitações necessárias em uma sociedade democrática (de acordo com o art. 9. 2 do Convênio Europeu de Direitos Humanos), a liberdade de consciência não está sujeita a esta limitação. O Estado tem a obrigação não só de abster-se de obrigar a alguém a agir contra sua consciência (moral), senão também de adotar medidas positivas para garantir isso à pessoa. No caso Ladele, o Estado não só a obrigou a registrar uniões do mesmo sexo, violando sua obrigação de respeitar a consciência individual, e tampouco nenhum esforço foi feito por encontrar um serviço razoável a fim de respeitar a objeção de consciência da empregada.
Grégor Puppinck espera que os casos sejam revisados quanto antes na Câmara Maior do Tribunal.
É de notar que, de sua parte, o governo de David Cameron anunciou que seus advogados defenderiam em Estrasburgo as sentenças anticristãs dos tribunais do Reino Unido.
Recordemos que em abril de 2012, quando já se haviam apresentado estes casos em Estrasburgo, o primaz da Igreja Católica no Reino Unido, Cardenal Keith O’Brien, em sua homilia do Domingo de Páscoa, pediu aos cristãos que “levem com orgulho um símbolo da cruz de Cristo” durante suas atividades cotidianas, como modo de contrapor aos esforços dos grupos laicistas por “marginalizar a religião".
Fontes:

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NOTICIAS GLOBALES es un boletín de noticias sobre temas que se relacionan con la PROMOCIÓN Y DEFENSA DE LA VIDA HUMANA Y LA FAMILIA. Editor: Pbro. Dr. Juan Claudio Sanahuja; E-mail:noticiasglobales@noticiasglobales.org ; http://www.noticiasglobales.org ;

domingo, 13 de janeiro de 2013

Perseguidos são os cristãos, a religião ou quem não segue o islã?


Ocorre no mundo uma grande perseguição pouco noticiada aos cristãos, principalmente em países islâmicos. Alguém poderia dizer, porém, que os perseguidos não são os cristãos, mas todos que não seguem o islã.
Isso é falso, na medida que quem pensa assim quer diminuir o fato de que são os cristãos os mais perseguidos.
A perseguição geralmente não é ao credo cristão em si, mas aos princípios cristãos, principalmente quando parte do Estado. Porque o cristianismo defende a liberdade, inclusive a religiosa, a democracia, a moralidade e também a independência do estado quanto às religiões. A perseguição geralmente é do próprio estado. Existem, é fato, grupos fanáticos que perseguem os "infiéis", mas geralmente são apoiados ou acobertados pelos estados.

Ou seja, a Igreja é a favor do estado laico, que é diferente, porém, de laicismo ou ateísmo. A Coreia do Norte é o país mais intolerante com o cristianismo, sendo um estado ateu comunista, porém de maioria budista e taoísta.(http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/)

Na China, segundo a comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos , pelo menos 40 bispos católicos estariam presos ou desaparecidos. Lá são permitidas religiões desde que controladas pelo Estado comunista. No mundo 7 em 10 perseguidos por causa da religião são cristãos (Dados de 2011: http://www.istoe.com.br/reportagens/168132_CRISTAOS+PERSEGUIDOS)
Não se trata, então, de perseguição islâmica, apesar de ser grande maioria. A perseguição aos cristãos é uma perseguição a Deus, sem falar na tentativa de minar as bases da civilização ocidental: a razão grega, o direito romano e a moral judaico-cristã. 
Foi na base da convicção sobre a existência de um Deus criador que se desenvolveram a ideia dos direitos humanos, a ideia da igualdade de todos os homens perante a lei, o conhecimento da inviolabilidade da dignidade humana em cada pessoa e a consciência da responsabilidade dos homens pelo seu agir. Estes conhecimentos da razão constituem a nossa memória cultural. Ignorá-la ou considerá-la como mero passado seria uma amputação da nossa cultura no seu todo e privá-la-ia da sua integralidade. A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma [...] (http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2011/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20110922_reichstag-berlin_po.html)

Essa tentativa é orquestrada por grupos globalistas, que aceitam ajuda de todos os lados: islã, multinacionais, partidos políticos (todos de esquerda), ONGs, "direitos humanos", ecologistas, mídia, e quem quer que se aproveite, mesmo por um momento, da destruição de Deus e da imbecilização humana.
[...] numa busca desesperada por peças de reposição para o nous e o logos [...], os “filósofos” foram “resvalando hierarquia abaixo” da estrutura do ser.
Partiram de Deus (concepção clássica e cristã) e aterrissaram de cabeça nos fluidos dos impulsos biológicos (psicologia do inconsciente de Freud), passando pela guilhotina da razão (iluministas),se embrulhando na inteligência pragmática, abraçando a utilidade (John Stuart Mill e utilitaristas), sendo esmagados pelas forças de produção (Karl Marx) e pelos determinismos raciais (Gobineau).
[...] Perdida a experiência da realidade divina, do fundamento do ser, os indivíduos e as sociedades tornam-se incapaz de orientar corretamente sua atuação no mundo, tornando-se, assim, estúpidos, imbecis.(http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13756-imbecis-sem-deus.html)


domingo, 6 de janeiro de 2013

Razões para se casar na Igreja, ou não


Analisando os motivos que levam alguns jovens casais a se casarem na Igreja e também os motivos que levam outros a se casarem somente “no civil”, vemos que há incompreensões dos dois lados. Como católico com conhecimento profissional, teórico e prático no assunto casamento, tentarei defender o casamento religioso na Igreja, entendida como Católica. Não desceremos às profundezas da teoria, mas falaremos em questões bastante práticas e compreensíveis. Garanto que a leitura atenta até o fim dissipará muitos preconceitos e fará alguns procurarem logo a paróquia mais próxima.
Primeiro vejamos o que não é o casamento, tanto religioso quanto civil.
Entre os que buscam o casamento religioso sem entender o que ele significa, encontramos noivos que querem uma boa recordação fotográfica, emocional, convencional. Não é preciso argumentar sobre o quanto isso é falso. Pompas, roupas luxuosas, flores, orquestras, convidados não fazem o casamento religioso e são adereços totalmente dispensáveis, como abordaremos adiante.
Outros ainda, com alguma sinceridade ou sob pretexto, querem apenas “uma bênção”. Há bênçãos no casamento religioso, mas ainda não são o constitutivo do casamento religioso, acreditem. Uma bênção qualquer um pode dar e pedir, em qualquer lugar, em qualquer circunstância, pois é Deus quem abençoa junto à abertura das pessoas para a sua ação.
Transitando entre esses dois grupos estão os que agem sob pressão de pais, amigos ou uma tal sociedade (ser de definição vaga que serve para jogarmos nossas culpas pessoais). Acham toda essa história de casamento uma bobagem, mas para não decepcionar pais, amigos ou sociedade, se enquadram muito tranquilamente e de bom grado nos grupos acima.
Agora, pensemos nos enganados quanto ao casamento civil.
Ironicamente, alguns pensam o casamento civil como se valesse o que vale o religioso (que ainda veremos o que é, adiante), mas por alguma birra com Igreja ou por uma certa coerência, porque nunca se importaram com a Igreja, não querem assumir o casamento na Igreja, mas num cartório, um território neutro, laico, em que não importam as convicções pessoais. Aí transportam alguns ou todos os elementos religiosos para um escritório, casa particular ou espaço alugado: trocam alianças, juramentos, alguns fazem e pedem orações...
Outro grupo é o que também não se importa com o casamento civil e o fazem pelos mesmos motivos citados acima dos enganados quanto ao casamento religioso: pompa, formalidade e hipocrisia.
Então, o que é o casamento civil?
Definições jurídicas à parte, pensemos no que ele significa: um contrato sobre bens. Sim, o casamento civil gera direitos sobre divisão de bens, não mais que isso. É uma garantia de que, se o casal se separar, cada um terá o seu bocado e ainda terá obrigações com as dívidas assumidas e com os filhos, se os tiveram. Dá ainda direitos e deveres quanto a negócios assumidos por um ou outro. Na legislação atual, não há muita diferença entre casamento civil, união estável ou algum contrato entre pessoas. Em outras palavras, quem casa no civil está com um pé atrás.
Não menosprezemos, porém, a importância do contrato civil. A própria Igreja o considera exigência para o casamento religioso, só dispensando ou adiando por motivos muito justos e específicos. Isso porque se considera o contrato como relativo empenho a um estável estado de vida e em assumir o que é próprio do verdadeiro matrimônio, além das garantias legais no caso de uma das partes não cumprir o prometido.
Aqui já começamos a definir o matrimônio cristão como promessa de fidelidade. A que devem ser fiéis os que se casam? Às promessas que fazem um ao outro. E o único modo de se obrigarem a isso é prometerem publicamente. Já vimos e sabemos que o casamento civil não inclui promessas, pelo contrário, pressupõe uma possibilidade de cada um fazer o que bem quiser quando bem entender. Por isso julgamos o casamento religioso indispensável para um casal sério.
Promessas mútuas são feitas na certeza de que um e outro são capazes e se empenharão por cumprir. No casamento religioso, os nubentes prometem fidelidade, amor e respeito até o fim da vida, depois de terem sido interrogados quanto à liberdade, fidelidade, aceitação e educação dos filhos. No casamento civil há somente o questionamento quanto à liberdade, característica de qualquer contrato, mas nenhuma promessa.
A questão do amor até o fim da vida é que gera confusões. No conceito cristão, que tomo aqui como o verdadeiro, o amor só pode ser para sempre. Amor que é amor não acaba. O amor é cuidado do outro pelo que ele é, não pelo que ele representa, significa ou faz por mim. Se o destinatário do amor sou eu mesmo, isso é egoísmo, mercantilismo sentimental. Eu sei que não é tão simples na prática, mas tem que ser assim na promessa. Deve ser incondicional: amo assim como o outro se apresenta, como já o conheço. Se, mesmo interiormente, formulo alguma condição em que deixaria de amar, não há amor, mas interesse.
E se o outro não pensa assim? E se o outro for infiel? E se o outro diz que ama, mas tem outros interesses?
Bem, aí entra a importância da promessa. É palavra de honra. Se na cerimônia pública da Igreja os nubentes tencionam não cumprir o que da boca pra fora prometeram, a quem pensam estar enganando? A si mesmos ou a Deus, é insensatez; um ao outro, aos sogros ou parentes, é traição. Normalmente querem enganar o público, para ganharem o respeito que vem do matrimônio sem querer pagar por isso: não passam, então, de impostores. Quando, depois, descumprirem o juramento, por exemplo, de fidelidade, serão culpados não só de adultério, mas de perjúrio (juramento falso).
Tanto promessa quanto amor são ações, empenho, não sentimentos. Os sentimentos podem acabar, mas onde há o empenho haverá o amor. A fidelidade a si mesmo, ao que foi prometido, é que mantém um casamento até o fim da vida. A paixão acaba e tem que ser assim: ninguém em sã saúde e consciência vive de sentimentos como em novelas e ficções.
Há ainda uma dificuldade colocada por parte dos que optaram não se casar na Igreja. Dizem: “Até gostaríamos de nos casar na Igreja, mas é muito difícil, burocrático, caro...”. Nada mais falso.
Vimos que o constitutivo do casamento religioso é consentimento dado pelos nubentes. Para isso não é preciso muita coisa: um processo documental parecido com o do cartório, feito com antecedência, uma entrevista prévia. Se estiver tudo OK, é marcada uma data, que pode ser qualquer dia (sim, qualquer dia e horário disponível na Igreja). Um ministro da Igreja (sacerdote, diácono ou pessoa indicada pelo bispo), os noivos, duas testemunhas e mais ou menos 15 minutos. Estarão casados. Muitos pensam que é necessário todo um cerimonial, enfeites, pessoas e muitos gastos. Não, tudo isso é bonito e importante, mas não é essencial.
E o custo da Igreja?
As dioceses e paróquias tem suas tabelas padrão, mas tudo pode ser conversado. Numa cerimônia básica como exemplificado acima, a Igreja não terá quase nenhum gasto e poderá combinar qualquer contribuição ou, por lei canônica, não cobrar nada, se o casal em questão realmente não puder pagar. Só não vale gastar todos os fundos com decoração, fotógrafos, música e festa e querer desconto na Igreja!
Então, o que vale mais?

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2013



BEM-AVENTURADOS OS OBREIROS DA PAZ

O homem é feito para a paz, destaca Papa em mensagem

Jéssica Marçal
Canção Nova Notícias


'Na família, nascem e crescem os obreiros da paz, os futuros promotores duma cultura da vida e do amor', escreve o Papa em mensagem sobre a paz
O mundo todo já pode conhecer a mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2013. O texto integral da mensagem foi divulgado nesta quarta-feira, 14, em coletiva de imprensa no Vaticano.

Acesse.: NA ÍNTEGRA  - Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz 2013
Com o tema “Bem-aventurados os obreiros da paz”, o Santo Padre lembra que a realidade atual, marcada pelos aspectos positivos e negativos da globalização, requer renovado empenho na busca do bem comum, do desenvolvimento de “todo homem e do homem todo”.

Embora a paz seja colocada em risco por várias formas de terrorismo, criminalidade internacional, fundamentalismo e fanatismos “que distorcem a verdadeira natureza da religião”, o Papa destacou que as inúmeras obras de paz, de que é rico o mundo, testemunham a vocação da humanidade para a paz. “Na verdade, o homem é feito para a paz, que é dom de Deus”, ressaltou o Pontífice.
Bento XVI destacou ainda na mensagem que, segundo diz a bem-aventurança de Jesus, a paz é, ao mesmo tempo, dom messiânico e obra humana. “Na verdade, a paz pressupõe um humanismo aberto à transcendência; é fruto do dom recíproco, de um mútuo enriquecimento, graças ao dom que provém de Deus e nos permite viver com os outros e para os outros. A ética da paz é uma ética de comunhão e partilha”.
O Pontífice também voltou a colocar em questão a necessidade de se defender a vida humana, de forma que sem isso não se pode gerar felicidade nem a paz.  “Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros?”, questiona.

E a família também tem seu papel decisivo na busca pela paz. O Papa destacou que ela tem uma vocação natural para promover a vida e é um dos sujeitos sociais indispensáveis para uma cultura de paz.

“É preciso tutelar o direito dos pais e o seu papel primário na educação dos filhos, nomeadamente nos âmbitos moral e religioso. Na família, nascem e crescem os obreiros da paz, os futuros promotores duma cultura da vida e do amor”.

O Papa também destacou a necessidade de construir a paz através de um novo modelo de desenvolvimento e de economia. Ele lembrou que o modelo que prevaleceu nas últimas décadas apostava na busca da maximização do lucro e do consumo, em perspectiva individualista e egoísta.

“Olhando de outra perspectiva, porém, o sucesso verdadeiro e duradouro pode ser obtido com a dádiva de si mesmo, dos seus dotes intelectuais, da própria capacidade de iniciativa, já que o desenvolvimento econômico suportável, isto é, autenticamente humano, tem necessidade do princípio da gratuidade como expressão de fraternidade e da lógica do dom”.

Em conclusão, o Santo Padre defendeu a necessidade de propor e promover uma pedagogia da paz, o que requer uma vida interior rica, referências morais claras e válidas, atitudes e estilos de vida adequados.

“Pensamentos, palavras e gestos de paz criam uma mentalidade e uma cultura da paz, uma atmosfera de respeito, honestidade e cordialidade. Por isso, é necessário ensinar os homens a amarem-se e educarem-se para a paz, a viverem mais de benevolência que de mera tolerância”.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A águia, a galinha e a inveja

Breve apreciação do livro "A águia e a galinha", do herege Leonardo Boff, para quem rezo a Deus que tenha seu nome apagado das cátedras da história, pelo bem da humanidade.

Ainda que da metáfora que dá nome ao livro do ex-frei, e ainda marxista amargurado Leonardo Boff, pudesse ser retirado alguma boa mensagem, a obra toda reflete o pensamento do autor, o que de si desqualifica a propagação de sua mensagem.

De uma simples história, a princípio inocente, o doutrinador pseudo-cristão consegue destilar, como uma simplicidade que beira o insuportável, toda uma complexa visão revolucionária do mundo. A começar por exaltar o autor da história-metáfora. Para entender a admiração de Boff pelo autor, basta citar uma frase destacada no texto: "Sou socialista, sou marxista e sou cristão". Para ele que "mamou" na Igreja até quando pôde, não importa as condenações dos últimos dez papas contra o comunismo, o socialismo, o marxismo (http://www.apostoladoscr.com.br/2010/08/os-10-ultimos-papas-condenam-o.html). O papa do Concílio Vaticano II, Beato João XXIII, disse que “nenhum católico pode aprovar sequer o socialismo moderado”.

Mas como o barbudo não está "nem aí" para o que a Igreja diz, continuemos a resenha.

O discurso que ele faz é muito fácil; ao homem "excluído" falta uma dimensão águia, que tem que se desprender da "dominação". Típico da mentalidade revolucionária, não pensar no verdadeiro chão da história, mas num futuro hipotético, com grande desprezo pelas conquistas dos antepassados.

Algumas das personalidades-exemplo citadas ao longo do livro, são de causar náusea ao conhecedor mediano da história. Che Guevara um "mestre referencial"? Seria porque ele odiava negros, matava homossexuais e quem não fosse "da causa", ou porque queimava livros?

Da própria metáfora, ele não explica as limitações. Se esquece que a águia, a dimensão humana que, segundo ele, deve se libertar dos dominadores, passa a viver da rapina. Não encontra no seu céu ideal o sustento. Quem muito sobe e se desprende da necessária miséria ontológica humana, tem que roubar o seu sustento daquele lugar que passou a negar. Qualquer semelhança com a política brasileira atual não é mera coincidência, visto ter as mesmas bases ideológicas.

A mentalidade revolucionária, libertadora, e afins, tem sua semente na inveja e produz cada vez mais inveja. Um homem que cobiçava um bem de outrem, sem ter capacidade de tê-lo, passou a negá-lo. Assim, como não podia adquirir o objeto de sua cobiça, diz para si mesmo e para todos que aquilo lhe pertence de direito, mas aquele que o possui o oprime. Prega então a revolta. E a revolta tem por fim, pasme-se, inverter a situação: passar a ser dominador daqueles que, por direito, dominam.

Da metáfora poderia se tirar a lição espiritual que o homem tem o desejo do Infinito (com todas as letras: Deus, não a prosperidade material, a realização pessoal ou qualquer discurso politicamente correto). Mas até nesse ponto o excomungado não perde a oportunidade de professar heresia. Diz ele que a divindade é uma energia (claro, ele é materialista, e matéria é energia), que todos participamos da divindade, mergulhados nela, temos Deus dentro de nós, no sentido panteísta ou panenteísta (ele não se decide), não no sentido cristão da redenção em Cristo.

Boff prefere pregar a utopia, um mundo extremamente confortável de se pregar, mas impossível de se viver. Deus criou a desigualdade, sim, distribuiu os carismas de acordo com a capacidade de cada um, em vista do bem comum, não dos bens-em-comum. A sociedade igualitária pregada pelos revolucionários é uma nivelação da miséria, como se todos tivessem condições de ser tudo. A fé cristã prega, ao contrário, o serviço, o desprendimento, o Reino de Deus, que não é deste mundo.

"Quem quiser ganhar esta vida, vai perdê-la". E "foi pela inveja do diabo que entrou o pecado no mundo".