sábado, 21 de agosto de 2010

Era de se esperar: Dilma Rousseff não vai ao debate da TV Canção Nova e Rede Aparecida


Quinta-feira, 19 de agosto de 2010, 10h04

Dilma Rousseff não vai ao debate da TV Canção Nova e Rede Aparecida


Da Redação


A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, alegou problemas de agenda e disse estar impossibiltada de participar do debate promovido pela TV Canção Nova e a Rede Aparecida.

O encontro com os presidenciáveis está marcado para a próxima segunda-feira, 23, às 22h, com transmissão ao vivo por diversas emissoras de inspiração católica.

Já os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) confirmaram a participação no debate.


Leia nota oficial da TV Canção Nova sobre a ausência de Dilma Roussef:

Dilma Roussef (PT) comunicou oficialmente, nesta quarta-feira, 18/8, a impossibilidade de sua participação no debate com os candidatos a presidente da República que a TV Canção Nova e a Rede Aparecida realizarão no dia 23 de agosto, às 22h, no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.

Em telefonema ao presidente da Fundação João Paulo II, mantenedora da TV Canção Nova, Wellington Silva Jardim, a candidata pediu desculpas e a compreensão de todos por sua ausência, alegando como motivo a dificuldade de conciliar a agenda do período eleitoral, repleta de viagens, gravações e debates promovidos pelas emissoras de TV.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O lugar do crucifixo em relação ao altar

IGMR 308: “Sobre o altar ou junto dele coloca-se também uma cruz, com a imagem de Cristo crucificado, que a assembleia possa ver bem. Convém que, mesmo fora das ações litúrgicas, permaneça junto do altar uma tal cruz, para recordar aos fiéis a paixão salvadora do Senhor.”
A liturgia é a celebração do Mistério de Cristo e em particular do Mistério pascal (CIC 218). “A partir desta definição, entendemos que o centro da ação litúrgica da Igreja é Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, e seu mistério pascal da Paixão, Morte e Ressurreição. A celebração litúrgica deve ser a transparência dessa verdade teológica. Por muitos séculos, o símbolo escolhido pela Igreja para a orientação do coração e do corpo durante a liturgia é uma representação de Jesus crucificado.
A centralidade do crucifixo na celebração do culto divino é mais proeminente no passado, quando existia a tradição de que o padre e os fiéis durante a celebração eucarística estavam voltados para o crucifixo no centro, acima do altar, que era geralmente contra a parede. Para o costume de celebrar o atual "versus populum", muitas vezes, a cruz está localizada ao lado do altar, perdendo a sua localização central.
O então teólogo e cardeal Joseph Ratzinger, tinha reiterado que, mesmo durante a celebração "versus populum" (voltada para o povo), o crucifixo devia ser mantido na sua posição central
(Nota do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice).
"Mover a cruz do altar para a lateral para dar ao povo uma visão do padre sem interferência é algo que eu classifico como um dos grandes absurdos das últimas décadas. A cruz atrapalha a Missa? O padre é mais importante que o Senhor? Esse erro deve ser corrigido o quanto antes, e pode ser feito sem necessidade de reformas. O Senhor é o ponto de referência." (Cardeal Ratzinger).
Depois de se tornar papa, Bento XVI tem celebrado somente com a cruz no centro do altar (num arranjo com seis candelabros e a cruz no centro, já chamado de arranjo beneditino, em homenagem ao papa), e se mostra feliz de que muitos o sigam na sua sugestão de "não avançar com novas transformações, mas simplesmente pôr a cruz no centro do altar, para que esta possa assistir ao mesmo tempo sacerdote e fiéis, para serem orientados, assim, para o Senhor, a Quem nós oramos juntos."

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Busque as coisas do alto

Reflexão para o 18º Domingo do Tempo Comum

Lc 12,20-21: "Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem serão? Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus." (Veja também: 1ª leitura: Ecl 1,2;2,21-23; Salmo 89; 2ª leitura: Cl 3,1-5.9-11; Evangelho: Lc 12,13-21).

Busque as coisas do alto

Que resta ao homem de todo o seu labor? - pergunta o Eclesiastes. Nada! Tudo é vaidade, responde, até mesmo o descanso é uma ilusão. Esse pessimismo em relação às coisas terrenas é transformado por Cristo em esperança de uma vida futura ótima e definitiva.
Esperança para nós, que ainda vivemos neste mundo de vaidades, em que tudo é passageiro, portanto, ilusório. Porque o Cristo já vive a nova vida, a Ressurreição, da qual participamos já pelo batismo e pela Eucaristia, que nos restaura constantemente, até atingirmos o conhecimento perfeito (2ª leitura).
A vida plena desejada por Deus só pode ser a vida definitiva que Cristo nos garantiu por sua morte e ressurreição. Jesus não veio para satisfazer aos interesses terrenos. "Meu amigo, quem me constituiu juiz ou árbitro entre vós?", respondeu ao que estava preocupado com uma divisão de herança. "Buscai as coisas do alto", recomenda São Paulo.
Os evangelhos dos últimos domingos nos conduzem à conclusão que só Deus é a felicidade. "Que devo fazer para conseguir a vida eterna?": Ame a Deus e ao próximo (parábola do bom samaritano); "Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas"; Jesus ensina a rezar e a pedir o necessário, e o Pai "dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!". Hoje e adiante, Jesus ensina a desprezar a riqueza material.O cristão é aquele que vive em meio ao mundo que passa buscando a vida eterna, que não passa. Ele conta os seus dias com sabedoria (cf. Salmo) na esperança da vinda d'Aquele que pode dar a verdadeira alegria.

Márcio Carvalho da Silva

terça-feira, 27 de julho de 2010

Boletim mensal para formação litúrgica "Memento" Ago/2010 disponível

Disponível para download no formato PDF. Imprima em folha A4 frente e verso e dobre ao meio para obter o boletim.
Multiplique e distribua na sua comunidade!



Memento II- 20. Ago/2010 - A Mulher que vence o Dragão; O Ano Litúrgico; Lendas litúrgicas 15; glossário: memorial, hosana; O lugar do crucifixo em relação ao altar; A missa é muito mais que uma reunião fraterna.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Boletim mensal para formação litúrgica "Memento" Jul/2010 disponível

Disponível para download no formato PDF. Imprima em folha A4 frente e verso e dobre ao meio para obter o boletim.
Multiplique e distribua na sua comunidade!



Memento II- 19. Jul/2010 - Aos bispos do Brasil; O ofício divino; Lendas litúrgicas; glossário: lavabo; Criatividade nas Celebrações litúrgicas?

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Crucifixo no centro do altar

"Mover a cruz do altar para a lateral para dar ao povo uma visão do padre sem interferência é algo que eu classifico como um dos grandes absurdos das últimas décadas. A cruz atrapalha a missa? O padre é mais importante que o Senhor? Esse erro deve ser corrigido o quanto antes, e pode ser feito sem necessidade de reformas. O Senhor é o ponto de referência."

Cardeal Ratzinger. Introdução ao espírito da liturgia.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Missa bem celebrada é a melhor catequese eucarística, assegura Papa

http://www.zenit.org/article-25257?l=portuguese

Missa bem celebrada é a melhor catequese eucarística, assegura Papa


Em seu discurso ao congresso da diocese de Roma

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 18 de junho de 2010 (ZENIT.org).- “A melhor catequese sobre a Eucaristia é a própria Eucaristia bem celebrada”, assegura Bento XVI, ao exortar toda a Igreja a celebrá-la com toda a dignidade.
O Pontífice deu esta indicação central aos participantes do congresso da diocese de Roma, que começou no dia 15 de junho, na Basílica de São João de Latrão, catedral do bispo da Cidade Eterna.
“A Santa Missa, celebrada com respeito pelas normas litúrgicas e com um uso adequado da riqueza dos sinais e gestos, favorece e promove o crescimento da fé eucarística”, garantiu o Papa.
“Na celebração eucarística, não inventamos algo, e sim entramos em uma realidade que nos precede; mais ainda, ela abarca o céu e a terra e, portanto, também o passado, o futuro e o presente.”
“Esta abertura universal, este encontro com todos os filhos e filhas de Deus, é a grandeza da Eucaristia: saímos ao encontro da realidade de Deus presente no corpo e no sangue do Ressuscitado entre nós.”
Portanto, “as prescrições litúrgicas ditadas pela Igreja não são algo exterior, mas expressam concretamente esta realidade da revelação do corpo e sangue de Cristo e, desta forma, a oração revela a fé”.
Segundo o Bispo de Roma, “é necessário que, na liturgia, apareça de forma clara a dimensão transcendente, a dimensão do mistério do encontro com o Divino, que ilumina e eleva também a dimensão ‘horizontal’, isto é, o laço de comunhão e de solidariedade que se dá entre os que pertencem à Igreja”.
De fato, “quando prevalece esta última, não se compreende plenamente a beleza, a profundidade e a importância do mistério celebrado”.
O Papa deu este conselho aos fiéis de Roma, em particular aos seus sacerdotes: “Celebrai os divinos mistérios com uma participação interior intensa, para que os homens e mulheres da nossa cidade possam santificar-se, entrar em contato com Deus, verdade absoluta e amor eterno”.
E exortou os católicos de Roma a “prestar mais atenção, entre outras coisas com grupos litúrgicos, à preparação e celebração da Eucaristia, para que os que participam possam encontrar o Senhor. Cristo Ressuscitado se faz presente em nosso hoje e nos reúne ao seu redor”.