Reflexão para o 31º Domingo do Tempo Comum - Ano A
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Deus, fonte de toda autoridade
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Angelus / Regina Coeli para baixar
Para incentivar a prática desta evangélica devoção, disponibilizo os textos e arquivos de áudio das orações do Angelus/Regina Coeli.
Dica: grave no seu aparelho para despertar!
Cantado em latim / Rezado em latim (Bento XVI) / Rezado em português
V/ Angelus Dómini nuntiávit Mariæ
Se recita o Glória, inclinando-se:
GLORIA PATRI, et Filio, et Spiritui Sancto. Sicut erat in principio, et nunc, et semper, et in saecula saeculorum. Amen.
Em português
Regina Caeli
Em português
Oração pelos fiéis defuntos e bênção:
V. Pro fidelibus defunctis réquiem aeterna dona eis Domine
R. et lux perpetua luceat eis.
V. Requiéscant in pace. R. Amen.
V. Sit nomen Domini benedictum. / R. Ex hoc nunc et usque in saeculum
V. Benedicat vos omnipotens Deus, + Pater, + et Filius, + et Spiritus Sanctus. / R. Amen
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
PROJETO MISSIONÁRIO PAROQUIAL
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
TEOLOGIA DA MISSÃO
A Igreja no mundo é missionária por natureza, pois tem sua origem na missão do Filho e do Espírito Santo, segundo o propósito de Deus Pai. O fim universal de salvação que Cristo deu à Igreja é toda a sua razão de ser, mesmo na sua constituição hierárquica, sua organização e atividade. A Igreja recebeu de Cristo a missão de anunciar o Reino de Deus e instaurá-lo entre todos os povos.
Para isso a Igreja contém em si um tríplice encargo, ofícios dos quais cada membro participa segundo seu estado de vida: o ofício de ensinar, santificar e governar, segundo os ministérios profético, sacerdotal e pastoral. São estas as três dimensões do serviço e da missão que derivam de Cristo.
A missão pertence e alcança a todos, de modo que há diversidade de ministérios mas unidade de missão.
A ordem missionária de Cristo exige que sua verdade esteja sempre presente e seja ensinada de modo vivo e inteiro. Em primeiro lugar, este dever de ensino cabe à hierarquia, visto serem dotados da autoridade de Cristo pelo sacramento da ordem. Requer-se que estes e todos os demais membros da Igreja sejam fiéis ao depósito da fé revelada, contido nas Escrituras e na Tradição.
O ofício de santificar é o primeiro em importância. O fim da missão da Igreja é que todos cheguem ao conhecimento de Deus e participem dos seus mistérios. Toda ação missionária deve ter por fim a “salvação das almas”. Também a este ofício cabe primeiramente o ministério ordenado, pois pelo Sacramento se tornam dispensadores da graça de Cristo através da Igreja.
Uma missão especial desempenham os leigos, que vivendo em meio aos assuntos temporais são chamados a viver o espírito evangélico, santificando o mundo a partir de dentro, através do testemunho, principalmente. Tem a tarefa de viver as virtudes cristãs em suas profissões, na família e nas relações sociais, e em particulares situações que só por meio deles os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Jesus Cristo.
Todos os batizados são responsáveis pela missão da Igreja e têm obrigação de difundir o Evangelho. A consciência das próprias responsabilidades pressupõe renovação interior constante e empenho na vivência e no anúncio do Reino de Deus.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O dever do sábio
(cf. TOMAS DE AQUINO. Suma contra los gentiles. Vol. I. Madri: BAC, 1952. p. 95-97.)
Sábio é quem ordena diretamente as coisas e as governa bem, procurando o bem próprio de cada ser. Particularmente, é sábio aquele que se ocupa de uma ciência arquitetônica. Por excelência, é o que se ocupa do fim universal, que considera as causas mais altas.
O entendimento tem por fim último a verdade, que é o bem próprio do entendimento. Portanto o principal dever da sabedoria é o estudo da verdade e a filosofia é a ciência que busca a Verdade. Esta verdade última é divina, origem de toda outra e é dever do sábio buscar contemplá-la e rechaçar todo erro.
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São Tomás ensina neste capítulo o dever daquele que quer ser sábio: procurar e amar a verdade. E demonstra que aquele que ama a verdade tem por obrigação detestar a mentira e combatê-la. Mais sábio é quem reconhece que a verdade divina é a fonte de toda verdade.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Questões sobre sacramentos e princípios ecumênicos
Questões respondidas à luz do Diretório para a aplicação dos princípios e normas sobre o Ecumenismo
1. O que dizer sobre a validade do batismo?
O batismo é válido se conferido com água e com uma fórmula que indica claramente que o batismo é feito em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e que o ministro pretenda fazer o que a Igreja faz quando batiza.
2. Que se entende por padrinho de batismo?
O padrinho de batismo é um responsável pela educação cristã da pessoa a ser batizada não somente como um amigo; deve ser representante da comunidade de fé em que é celebrado o batismo, como garantia da fé do candidato e do seu desejo de comunhão eclesial.
3. Poderia um cristão não-católico ser padrinho? Se não, qual a indicação do diretório?
Uma pessoa batizada que pertence a outra comunidade eclesial pode ser admitida como testemunha do batismo, não como padrinho, mas apenas em conjunto com um padrinho católico.
4. Poderia uma reunião ecumênica com a participação de católicos e cristãos não-católicos encerrar-se com a renovação das promessas batismais?
Os cristãos podem comemorar o batismo que os une, renovando o compromisso de proceder a uma vida plena cristã, que assumiram nas promessas de seu batismo, e comprometendo-se a cooperar com a graça do Espírito Santo, na tentativa de curar as divisões que existem entre os cristãos.
5. O que se entende por “casamento misto”?
Refere-se a qualquer casamento entre um católico e um cristão batizado que não esteja em plena comunhão com a Igreja Católica.
6. É conveniente a celebração de um casamento misto com a Eucaristia? Por quê?
Um casamento misto celebrado segundo a forma católica ordinariamente ocorre fora da liturgia eucarística, por causa de problemas referentes à Eucaristia e a presença de testemunhas e convidados não-católicos.
7. Como fica a participação de ministros católicos em celebrações matrimoniais numa Comunidade Eclesial (não-católica) e a de ministros não católicos em celebrações matrimoniais na Igreja Católica?
Com a prévia autorização do Ordinário local e, se for convidado a fazê-lo, um padre ou diácono pode assistir ou participar de alguma forma na celebração de casamentos mistos, em situações em que a dispensa de forma canônica foi concedida. Nestes casos, pode haver apenas uma cerimônia na qual o ministro testemunha os votos de casamento. A convite do celebrante, o sacerdote ou diácono pode oferecer outras orações, ler as Escrituras, dar uma breve exortação e abençoar o casal.
A pedido do casal, o Ordinário local pode permitir um ministro da parte de outra comunidade eclesial para participar da celebração do casamento na Igreja Católica, proceder a leitura das Escrituras, dar uma breve exortação e abençoar o casal.

