quarta-feira, 29 de julho de 2009

Quando existem intenções de Missa, qual é o momento para as anunciar?

A palavra intenção é citada na Intenção Geral do Missal Romano apenas no sentido de intercessão (as intenções da Oração dos fiéis).

O mesmo acontece no Missal, onde não se fala de intenção de Missa ou de Missa por intenção de alguém. A única expressão que aí encontramos, dentro da Oração Eucarística I, na Comemoração dos defuntos, é a oração que começa pela palavra «Lembrai-Vos...», e a rubrica que se lhe segue: «... e ora uns momentos pelos defuntos que quer recordar».

Como a prática das intenções particulares é bastante difundida, o melhor é que se diga antes do início da Missa, por um ministro que não seja o presidente. Importante que se lembre de que não é o fato de uma intenção ser falada ao microfone que faz com que tenha maior eficácia.

A prática da leitura de intenções pode esconder, infelizmente, às vezes, algo repudiável: por parte de alguns fiéis, desejo de aparecer; por parte de alguns maus pastores, desejo de espórtulas.

Com efeito, a celebração da missa não é para rezar apenas por determinada pessoa, nem uma simples oração de súplica. A missa é a atualização do Mistério Pascal de Jesus Cristo; é louvor, ação de graças e súplica dirigidas ao Pai, pela Igreja e em nome da Igreja; é celebração por todos os membros da Igreja, vivos ou defuntos, e por todas as grandes necessidades do mundo, que são mais vastas do que as da assembleia ali reunida.

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