sexta-feira, 29 de março de 2013

Jesus está comprovadamente na História?

Os Evangelhos são considerados as melhores fontes históricas, reconhecidas por historiadores não religiosos. Os Evangelhos narram com riqueza de detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos a terra da Palestina no tempo de Jesus. Os evangelistas não poderiam ter inventado...

Quem provou a autenticidade dos Evangelhos foram os racionalistas dos séculos XVII e XVIII.

Mas há também outros escritos da época, que citam Jesus:


Documentos de escritores romanos:
Tácito, historiador romano, escritor, orador, cônsul (ano 97) e procônsul da Ásia romana (110-113), falando do incêndio histórico de Roma (64): “Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então Nero imaginou culpados e entregou às torturas esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm de Cristo, que, sob o reinado de Tibério foi condenado ao suplício por Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo, não somente na Judéia, onde tinha sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais, XV, 44)
Suetônio, historiador, ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (ano 41-54) afirma que este “expulsou de Roma os judeus, que sob o impulso de Cristo, se haviam tornado causa freqüente de tumultos”. (Vita Claudiis XXV) (Esta informação coincide com o relato dos Atos dos Apóstolos 18,2)
Também Plínio, o Jovem, governador romano da Bitínia, escreveu ao imperador romano Trajano, em 112: “os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus” (Epístolas, I.X 96).
Documentos Judaicos
Tratado Sanhedrin 43a do Talmud da Babilônia: “Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré...”
Flávio Josefo, historiador judeu (37-100), fariseu: “Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas,... Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou-o ao suplício da cruz, mas os seus fiéis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por sua causa, recebeu o nome de cristãos” (Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a)
Este último foi colocado em suspeita de ter sido adulterado o texto, mas os outros permanecem irrefutáveis.

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